Com o objetivo de avançar no projeto de cadastro e chipagem dos animais do município, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Presidente Prudente iniciou nesta quarta-feira (14/12) o processo de conhecimento técnico das empresas que fabricam o chip. Conforme o diretor do CCZ, o médico veterinário, Célio Nereu Soares, as equipes também agilizam a conclusão do censo de cães e gatos que será finalizado nesta sexta-feira (16/12). O censo já registra mais de 44 mil animais em Prudente e nos distritos;

De acordo com o diretor do CCZ, os dois processos tanto de conhecimento técnico dos chips quanto da conclusão do censo são fundamentais para iniciar no próximo ano a chipagem dos animais de Prudente e dos distritos. Segundo ele, a intenção é realizar o estudo para saber qual produto será utilizado e deve trazer mais vantagens para o processo de chipagem. Com isso, devem ser apresentadas as vantagens dos produtos, formas de utilização nos animais, dentre outras informações.

O diretor do CCZ explica que através da conclusão do censo de cães e gatos será possível saber o número aproximado de chips que serão adquiridos na licitação realizada no início do próximo ano para adquirir os materiais. Além disso, o censo também tem a finalidade de colher informações referentes às características dos animais, sobre vacinação, raça, endereço, nome do proprietário, dentre outros dados que estão em fase de digitalização para em seguida serem utilizados no processo de chipagem.

Na oportunidade, o representante da empresa Animal Tag Flávio Criatiano Garbuglio Scarano, realizou a demonstração do produto e apresentação da forma de implantação do chic. Na ocasião, o chip subcutâneo de 1,2 centímetro foi aplicado na linha do dorso do animal. O representante comercial explicou que o chip é a forma mais segura para identificar o animal e a situação da sua saúde. Segundo ele, para obter as informações é preciso apenas passar o leitor sob o chip, não é preciso computador. Já para acessar os dados completos no sistema do CCZ será necessário apenas o código do animal que é obtido no chip.

Segundo o médico veterinário, o trabalho de chipagem tem como objetivo o controle das zoonoses, micoses, verminoses, evitar a transmissão da raiva e da leishmaniose, além incentivar a posse responsável dos animais através da localização dos donos, o que deve contribuir com o trabalho do CCZ. Segundo ele, a compra dos chips deve ocorrer no próximo ano, após a licitação dos materiais. Já a implantação dos chips será feita juntamente com os programas de vacinação e controle da leishmaniose.

A próxima avaliação dos chips para colher informações técnicas referentes ao processo de chipagem dos animais deverá ocorrer na terça-feira (20/12) a partir das 14h na sede do CCZ, que fica no Parque Castelo Branco.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação